04 abril 2011
17 novembro 2010
REXISTE - Gala de Angariação de Fundos da Associação Existencias

CONTAMOS COM A PRESENÇA DE TODOS!
Reserve o seu bilhete através do e-mail rexiste.existencias@gmail.com
Outros locais de venda:
- FNAC Coimbra
- Associação Existências
- Scatx Bar
- Phive
- Be One. Hair Care - Cabeleireiro
- Loja 5ª Avenida
- Loja On-line (ao lado do Pavilhão OAF)
- Óptica 21 (Golden Shopping)
O bilhete tem o valor de 10€ e possibilita a entrada nos 2 locais do evento!
No Scotch Club dá direito ao consumo de uma bebida!
04 novembro 2010
Cientistas mais perto de perceber a resistência natural ao VIH
A maioria das pessoas infectadas pelo vírus da sida, se não for devidamente tratada, desenvolve sida. Mas sabe-se há quase duas décadas que em cerca de um caso em 300, isso não acontece. Mesmo sem tratamento, o sistema imunitário desses “controladores do VIH”(em inglês, HIV controllers) consegue de alguma maneira vencer o vírus, controlando espontaneamente a sua replicação descontrolada nas células do seu corpo.
O que é que distingue os “controladores” da generalidade dos outros seropositivos – dos HIV progressors, cuja infecção pelo VIH leva inexoravelmente, na ausência de medicamentos, à sida declarada? Um artigo hoje publicado no site da revista Science levanta uma ponta do véu , fornecendo talvez um elemento essencial para se conseguir um dia imunizar todos os seres humanos contra a sida.
Reunidos no projecto International HIV Controller Study e liderados por Florencia Pereyra, do Instituto Ragon, nos EUA, mais de 300 cientistas, a trabalhar em mais de 200 instituições no mundo (entre as quais o Hospital de Santa Maria em Lisboa e o Hospital de São João no Porto) compararam os genomas de quase 1000 “controladores” com os de 2600 pessoas sem resistência natural face ao VIH. Estavam à procura de pequenas variações genéticas susceptíveis de explicar a desigualdade dos dois grupos perante a sida.
Para isso, analisaram um milhão de pontos no genoma de cada um e descobriram cerca de 300 locais cujas diferenças pareciam estar estatisticamente associadas à capacidade de controlo do VIH pelo organismo. Todas essas variações encontram-se no cromossoma humano 6, em regiões responsáveis pelo fabrico de proteínas do chamado sistema HLA, fundamental para a luta do organismo contra as doenças.
A seguir, graças a um processo desenvolvido por dois dos autores, foi possível concluir que as variações em causa afectam cinco componentes de base (ou aminoácidos) de uma proteína chamada HLA-B, essencial à eliminação pelo sistema imuntário das células infectadas por vírus.
Mas precisamente, a HLA-B agarra-se aos fragmentos de proteínas virais presentes nas células infectadas, leva-os até a membrana celular, e deixa-os ali “espetados”, bem visíveis do exterior da célula, como pequenas bandeiras. Assim marcadas, as células infectadas podem ser reconhecidas e atacadas pelas células “assassinas” do sistema imunitário. De facto, todas as variações agora identificadas influem sobre a eficácia com que a HLA-B se liga ao VIH.
“O VIH vai lentamente revelando os seus segredos e este é mais um deles”, diz em comunicado Bruce Walker, do Ragon Institute, co-autor dos resultados. “O facto de sabermos como é gerada uma resposta imunitária eficaz contra o VIH é um passo importante no sentido de conseguirmos induzir essa resposta com uma vacina. Ainda temos um longo caminho pela frente até conseguirmos traduzir este resultado num tratamento para os doentes infectados e numa vacina para impedir a infecção, mas acabámos de dar um importante passo nessa direcção.”
Ana Gerschenfeld
http://www.publico.pt/Ci%C3%AAncias/cientistas-mais-perto-de-perceber-a-resistencia-natural-ao-vih_1464413
22 setembro 2010
Cerca de 85 por cento das raparigas nascidas em 1995 já foram vacinadas contra cancro do colo do útero
17 setembro 2010
Adaptação humana ao vírus da sida poderá ser lenta
03 setembro 2010
Nova descoberta na luta contra o vírus da sida
Os investigadores da Universidade hebraica de Jerusalém precisaram ter conseguido desenvolver um tratamento à base de péptidos (composto químico formado pela união de aminoácidos) que desencadeiam a autodestruição de células infetadas pelo vírus da imunodeficiência humana.
Até agora, as únicas terapias contra a sida visam destruir o vírus presente nas células, com risco de este voltar a aumentar se o tratamento for interrompido ou se o vírus desenvolver imunidade aos fármacos usados.
O investigador australiano Abraham Loyter explicou ao Haaretz que ao fim de duas semanas, as células visadas não tinham reaparecido, "de onde se pode concluir que foram destruídas".
Num artigo publicado a 19 de Agosto pela revista britânica AIDS Research and Therapy, a equipa israelita -- constituída por Aviad Levin, Zvi Hayouka, Assaf Friedler e Abraham Loyter -- estimava que o seu trabalho pudesse "eventualmente permitir desenvolver uma nova terapia" contra o HIV.
Em Julho, investigadores norte-americanos anunciaram ter descoberto dois potentes anticorpos capazes de bloquear, em laboratório, a maioria das origens conhecidas do HIV, tornando potencialmente possível o desenvolvimento de uma vacina eficaz.
Mais de um quarto de século depois da identificação do vírus, o HIV é responsável por mais de 30 milhões de mortos.
31 agosto 2010
Desarticulada rede de exploração sexual de homens em Espanha
A Polícia espanhola desarticulou, pela primeira vez em Espanha, uma rede dedicada à exploração sexual de homens que aliciava no Brasil e a quem dava droga "para se prostituírem 24 horas por dia".
Aos homens era dada cocaína, "popper" (uma droga para a estimulação sexual) e viagra.
A investigação policial, que começou em Fevereiro, levou à detenção de 14 pessoas em diferentes províncias espanholas, disse hoje, terça-feira, a Direcção-Geral da Polícia e Guarda Civil, em comunicado.
Depois de serem aliciados no Brasil, a organização facilitava às vítimas uma "bolsa de viagem" e o bilhete de avião que era comprado com cartões falsificados.
As vítimas viajavam enganadas quanto às condições de trabalho e, sobretudo, quanto ao montante que deviam devolver à organização para pagarem os gastos da viagem.
De início, a rede afirmava que só deveriam pagar o custo do bilhete, mas mais tarde exigia quantidades que chegavam a superar os quatro mil euros.
Chegados a Espanha, o cabecilha da organização, que vivia em Palma de Maiorca, nas ilhas Baleares, dividia os homens por várias províncias espanholas, conforme as necessidades dos bordéis para onde iam trabalhar.
Os homens deviam entregar 50% dos ganhos aos donos dos bordéis, acrescidos de 200 euros pelo alojamento e alimentação.
Se se negassem ou causassem algum tipo de problema, os responsáveis da rede ameaçavam matá-los.
A organização atraía os clientes através de anúncios na secção de classificados dos jornais e também na Internet, onde punham as fotografias dos homens disponíveis.
Além do crime contra os direitos dos cidadãos estrangeiros, relativos à prostituição, contra os direitos dos trabalhadores e associação ilícita, os responsáveis pela rede estão também acusados de proporcionar drogas e outras substâncias ilegais, tanto a clientes, como às próprias vítimas.
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1652065